O aumento de temperatura da Terra, a causa é muito provavelmente humana e continuará por muitos séculos; as informações são do relatório de 2007 do Painel Intergovernamental para Mudanças Climáticas (IPCC), comitê criado pela Organização das Nações Unidas e pela Organização Metereológica Mundial.
No Brasil, as grandes queimadas são provocadas principalmente na Amazônia, para fins de pecuária e plantio de soja, e conseqüentemente gerando grande quantidade de emissões de gases, (CO2, CH4 e N2O), colocando o Brasil como o quarto maior emissor de gases de efeito estufa. Não podemos desprezar diante desse quadro crítico a arborização urbana, como uma ação necessária a amenizar esse impacto ou seja as condições microclimáticas.
Apesar de uma árvore isolada já contribuir com o conforto térmico, temos que ampliar essa visão para as cidades, pensando em florestas urbanas, parques, corredores vegetais e as unidades de conservação(a Mata Atlântica marginal à Avenida Paralela pede socorro).
Salvador hoje figura entre as capitais de maior impulso imobiliário - construção civil, funcionando essas áreas construídas como verdadeiras “ilhas de calor”, enquanto as árvores promovem”ilhas de amenização”.
Apesar do grande número de árvores plantadas no período de 1997 a 2004, Salvador ainda está aquém do ideal e com a circunstância agravante de que nos últimos anos muitos exemplares morreram por falta dos cuidados necessários (condução, irrigação, adubação, trabalhos de fitossanidade); está na hora das autoridades responsáveis por essa atividade estarem alertas em promoverem medidas de impacto sobre a arboricultura de Salvador, através de ações concretas e urgentes; colocar avante o Plano Diretor de Arborização e promover o plantio e manejo, o que nos últimos anos não se fez, pois as árvores urbanas através do sombreamento, levam água do solo para a atmosfera, reduzem a temperatura do ar, aumentam a umidade relativa, atuam paisagisticamente, além de contribuírem para diminuir o efeito estufa.
JORNAL DO SENADO
Em audiência pública na Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle(CMA), o presidente da Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN), Odair Gonçalves, afirmou que o País deverá ter de quatro a oito novas usinas nucleares até 2030.
Não esqueçamos Chernobyl, a probabilidade de acidentes não é baixa e os estragos são imensos.
JORNAL DA CÂMARA
A meta ambiciosa de acabar com o desmatamento da floresta amazônica em sete anos foi proposta pela Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, pela frente Parlamentar Ambientalista e mais nove entidades ambientalistas, no lançamento do Pacto Nacional.
Desmatamento zero em 2015.
O secretário – executivo do Ministério do Meio Ambiente, João Paulo Capobianco, negou que o Instituto Chico Mendes (fusão do IBAMA), tenha concedido licenças à Empresa de Pesquisa Energética (EPE) para a realização de inventário hidrelétrico em unidades de conservação ambiental na Amazônia. Informou sim, que onze estudos sobre o potencial de geração de energia hidrelétrica estão em andamento, envolvendo as bacias dos rios Paranaíba, Tocantins e Araguaia, entre outros – fora de unidades de conservação.
sexta-feira, 19 de outubro de 2007
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Um comentário:
Jornal do Estado: O nosso País com a capacidade de bacias hidrográficas que tem ainda pensa em Usinas Nucleares. Na minha opinião esta deve ser a última alternativa para gerar energia, porque os cuidados que devem ser tomados com os acidentes nem sempre o são.
Jornal da Camara: Tenho lido que o desmatamento cresceu este ano em relação a anos anteriores. Qunado será este desmatamento zero?
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