terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

A AMAZÔNIA MÍSTICA

Interessante conhecermos um pouco do imaginário da Amazônia , trazido pelos colonizadores,
africanos e indígenas que enraizaram pelas florestas, áreas ribeirinhas e igarapés.

Conheceremos hoje "AS AMAZONAS":
Conta-se que em 1541 o espanhol Francisco de Orellana, atraído pelo ouro da região, navegou na área hoje limite do Pará com o Amazonas encontrando uma tribo de mulheres guerreiras. Conta a lenda da existência de uma tribo de guerreiras habitantes às margens de algum rio na Ásia Menor. Eram chamadas "Amazonas", que em grego significa "desprovidas de seios", por atrofia do seio direito, pelo uso do arco e flexa. Daí passando a chamar o grande rio de Amazonas. Conta a tradição indígena que as mulheres, todos os anos convidavam os índios das tribos vizinhas para cerimônias, com ritos de fertilidade em noites de lua. Nunca se encontrou vestígios que comprovassem a existencia dessa tribo de mulheres.





FERROVIA X RODOVIA OESTE - LESTE

Quando da postagem da matéria sobre a rodovia, digo ferrovia, escrevi sobre o Porto de Campinho - "Brasil País do Futuro", 18/2, vide reportagem, hoje estou mostrando o mausoléu de Campinho, milhões afogados. Foto feita por este blogueiro, mês de janeiro, quando em serviço naquela região.













sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008

AMAZÔNIA

Durante debate em uma Universidade nos Estados Unidos, o Senador Cristovam Buarque, ex Ministro da Educação, foi questionado sobre o que pensava da Internacionalização da Amazônia (05/6/2000, Dia do Meio Ambiente).
O jovem americano introduziu sua pergunta dizendo que esperava a resposta de um humanista e não de um brasileiro.
“De fato, como brasileiro eu simplesmente estaria contra a internacionalização da Amazônia, por mais que nossos governos não tenham o devido cuidado com esse patrimônio, ele é nosso.
Como humanista, sentindo o risco da degradação ambiental que sofre a Amazônia, posso imaginar a sua internacionalização, como também de tudo o mais que tem importancia para a humanidade. Nova York como sede das Nações Unidas, deve ser internacionalizada.
Mas, enquanto o mundo me tratar como brasileiro, lutarei para que a Amazônia seja nossa. Só nossa.”

RESISTÊNCIA


Na resistência à expansão da cultura da soja, nasceu a Frente em Defesa da Amazônia, congregando lideranças sindicais, sociais, pastorais e estudantes buscando a garantia da estabilidade dos trabalhadores do campo. Luta com vítimas, entre elas, a irmã Dorothy Stang, quando em sua camiseta estampava no peito a frase:”A morte da floresta é o fim da nossa vida”.Morreu porque defendia o Projeto de Desenvolvimento Sustentável.
Ficam as perguntas: Por que os líderes da resistência são perseguidos e eliminados?
Em Brasília existem líderes que defendem a Amazônia?

A população de Salvador mobilizada contra o estado de degradação ambiental e abandono em que se encontram nossas áreas verdes - praças, canteiros, arborização urbana e avenidas de vale é um direito; na cobrança do IPTU a Prefeitura fala de lindas e novas praças.
Competência e profissionalismo não faltam aos técnicos do Órgão responsável.


PLANTAS MEDICINAIS NA ALIMENTAÇÃO

A receita de Alana Thelma para o final de semana
Suco Anti – Stress
Ingredientes
12 folhas de capim santo
04 limões
02 litros de água
mel, açúcar ou adoçante
Modo de fazer
Coloque tudo no liquidificador e bata rapidamente, Coe
Como Servir
Em copo alto, levemente gelado.
O limão contém vitamina C e limoneno, Esses componentes são antioxidantes e neutralizam os radicais livres causadores do envelhecimento

A Terra é o frágil espaço que favorece a vida e que precisa ser muito bem cuidada.”
( Livro da Campanha da Fraternidade – 2008)

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

O Jornal "A TARDE" publicou em sua edição de 15/01/2008 - Espaço do Leitor
"BRASIL PAÍS DO FUTURO"

Conhecida obra do escritor Stefan Zweig, “Brasil País do Futuro”, até aí tudo bem para onde quero chegar.
No período de 1967/1974 o coronel Mário Andreazza serviu à nação como Ministro dos Transportes nos governos dos Presidentes Costa e Silva e Médici; homem destemido, fã de grandes obras, dava efeito à frase do Presidente Washington Luiz – “Governar é abrir estradas” com seu plágio: “Precisamos fazer a estrada e chegar aos grotões mais distantes”. No governo Figueiredo como Ministro do Interior, propôs o projeto de Transposição do Rio São Francisco.
Trabalhou a Transamazônica, Ponte Rio – Niterói, Ligação Lagoa – Barra (RJ) e deu início a Rodovia Oeste – Leste, menor distância entre o oeste do País e o Atlântico.Em sua diretriz pelo estado da Bahia, alguns trechos foram abertos e na Península de Maraú,
em Campinho, próximo a até então não famosa Barra Grande (veraneio de artistas globais e baianos), deu início ao grande porto (calado de 18 metros) para escoamento da produção de grãos e minérios das regiões Oeste, Sudoeste e Sul do País. Milhões de dólares enterrados, ou melhor, mergulhados. Hoje, após quatro décadas, um “elefante branco”, antiquado, corroído pelo salitre.
Agora, através do PAC – Plano de Aceleração de Crescimento, o governo federal junto com o governo baiano, lançam a Ferrovia Oeste – Leste (975 Km.) com traçado semelhante, partindo da cidade de Luiz Eduardo Magalhães e o porto projetado um pouco mais abaixo de Campinho, entre Itacaré e. Ilhéus.
Ferrovia por Rodovia e uma diferença maior em milhões de dólares. Obra de grande interesse econômico para a Bahia sim, mas pelo visto, cuidado com os Charles de Gaulle -“Le Brésil n´est pas um pays sérieux”. - Thelmo Gavazza

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

INTERNACIONALIZAÇÃO DA AMAZÔNIA

Como um recurso para diminuir o assustador desmatamento da Amazônia, está sendo lançada a Licitação de Florestas Públicas visando o Manejo Florestal de Uso Sustentável.
Serão licitados na região de Jumari- Roraima, 97 mil hectares, prevendo-se na Amazônia, 194 milhões de hectares, entre terras indígenas, unidades conservação e assentamentos.
Critérios Sociais e Ambientais definem a avaliação das propostas entre empresas brasileiras, podendo dispor de recursos estrangeiros – uma porta aberta - financiados para o manejo florestal de uso sustentável com uso e exploração de florestas por 40 anos, ciclo que se propõe a retirada de árvores.
Também licitações para outros usos serão realizadas, tais como exploração de óleos, resinas e pesquisas diversas.
Hoje aproximadamente 400.000 hectares de terras amazônicas estão irregularmente em mãos de estrangeiros.
Se não houver uma rígida fiscalização por parte do IBAMA, o que é muito difícil, pois somente quando o crime é perpetrado descobre-se o rombo, institucionaliza-se através do Serviço Florestal Brasileiro não só o desmatamento como a internacionalização da Amazônia. Aliás, o que é reclamado por muitos e muitos países, sob várias formas de pressão e aqui entre nós, com os aplausos dos admiradores, o Presidente da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) já propõe a criação de um Tribunal Internacional para discutir a questão.

RETORNO

RETORNO
Dezembro e janeiro estava eu nas enigmáticas ilhas Grande e Pequena de Camamú que cheguei a considerá-las paradisíacas – em e-mail para vocês - , invocando Manoel Bandeira.
Do agradável ao mais sério, estava eu lá cumprindo um contrato de trabalho, indicado pela Coelba, vez que a Anuência Prévia expedida pela Semarh – Secretaria de Meio Ambiente em seus condicionantes solicitava o acompanhamento da obra por um técnico com experiência e competência neste tipo de projeto.
A eletrificação dessas ilhas determinou duas travessias subaquáticas – 3.000 metros e uma rede elétrica ao longo da ilha Pequena, com a exigência de não supressão de vegetação e não interferência em áreas de manguezal. Projeto singular em sua concepção ambiental com a visão também social, levando luz elétrica a dois mil habitantes, estimulando o turismo e a economia básica da região, através da pesca na Baía de Camamú.
Neste reencontro, vamos trabalhar o MEIO AMBIENTE.


O JORNAL “A TARDE” PUBLICOU

DESCASO AMBIENTAL

Quando dizemos que uma cidade tem 7, 10 ou 50 m2 de área verde por habitante e o recomendado pela Organização Mundial da Saúde é de 12m2, computamos não somente as áreas arborizadas (bosques, reservas ecológicas e parques), como também as áreas gramadas ou outra forração vegetal, os canteiros e praças ajardinados e até áreas como cemitérios, modelo Jardim da Saudade. Nós, habitantes de Salvador e já turistas que aqui chegam, podemos constatar que nossa cidade perdeu nos últimos anos um percentual expressivo de áreas verdes – 90% dos canteiros ajardinados, praças, avenidas de vale e encostas. É dever das administrações públicas prover as cidades de mais verde: entretanto Salvador é sacrificada por um descaso irreparável e até incompreensível por parte do órgão municipal responsável.Existiam hortos, produção própria de adubo e sistemas de irrigação ao longo das maiores áreas tratadas da cidade, todos desativados. Hoje, sentimos falta das flores do Vale do Canela, da encosta florida da Garibaldi, Praça do Relógio de São Pedro, Praça Bahia Azul, dezenas de outras praças e canteiros ajardinados. “ Nesta época em que o homem da cidade esta mais do que espremido e sufocado em sua moradia, há necessidade de se contemplar uma flor, isto significa criar jardins...”, Burle Marx. As cidades contemporâneas investem hoje nos planos urbanos de paisagismo, instalação de praças, parques ecológicos,arborização nas ruas, avenidas, canteiros centrais, o que traduz qualidade de vida; Salvador merece. – Thelmo Gavazza