RETORNO
Dezembro e janeiro estava eu nas enigmáticas ilhas Grande e Pequena de Camamú que cheguei a considerá-las paradisíacas – em e-mail para vocês - , invocando Manoel Bandeira.
Do agradável ao mais sério, estava eu lá cumprindo um contrato de trabalho, indicado pela Coelba, vez que a Anuência Prévia expedida pela Semarh – Secretaria de Meio Ambiente em seus condicionantes solicitava o acompanhamento da obra por um técnico com experiência e competência neste tipo de projeto.
A eletrificação dessas ilhas determinou duas travessias subaquáticas – 3.000 metros e uma rede elétrica ao longo da ilha Pequena, com a exigência de não supressão de vegetação e não interferência em áreas de manguezal. Projeto singular em sua concepção ambiental com a visão também social, levando luz elétrica a dois mil habitantes, estimulando o turismo e a economia básica da região, através da pesca na Baía de Camamú.
Neste reencontro, vamos trabalhar o MEIO AMBIENTE.
O JORNAL “A TARDE” PUBLICOU
“ DESCASO AMBIENTAL”
Quando dizemos que uma cidade tem 7, 10 ou 50 m2 de área verde por habitante e o recomendado pela Organização Mundial da Saúde é de 12m2, computamos não somente as áreas arborizadas (bosques, reservas ecológicas e parques), como também as áreas gramadas ou outra forração vegetal, os canteiros e praças ajardinados e até áreas como cemitérios, modelo Jardim da Saudade. Nós, habitantes de Salvador e já turistas que aqui chegam, podemos constatar que nossa cidade perdeu nos últimos anos um percentual expressivo de áreas verdes – 90% dos canteiros ajardinados, praças, avenidas de vale e encostas. É dever das administrações públicas prover as cidades de mais verde: entretanto Salvador é sacrificada por um descaso irreparável e até incompreensível por parte do órgão municipal responsável.Existiam hortos, produção própria de adubo e sistemas de irrigação ao longo das maiores áreas tratadas da cidade, todos desativados. Hoje, sentimos falta das flores do Vale do Canela, da encosta florida da Garibaldi, Praça do Relógio de São Pedro, Praça Bahia Azul, dezenas de outras praças e canteiros ajardinados. “ Nesta época em que o homem da cidade esta mais do que espremido e sufocado em sua moradia, há necessidade de se contemplar uma flor, isto significa criar jardins...”, Burle Marx. As cidades contemporâneas investem hoje nos planos urbanos de paisagismo, instalação de praças, parques ecológicos,arborização nas ruas, avenidas, canteiros centrais, o que traduz qualidade de vida; Salvador merece. – Thelmo Gavazza
Dezembro e janeiro estava eu nas enigmáticas ilhas Grande e Pequena de Camamú que cheguei a considerá-las paradisíacas – em e-mail para vocês - , invocando Manoel Bandeira.
Do agradável ao mais sério, estava eu lá cumprindo um contrato de trabalho, indicado pela Coelba, vez que a Anuência Prévia expedida pela Semarh – Secretaria de Meio Ambiente em seus condicionantes solicitava o acompanhamento da obra por um técnico com experiência e competência neste tipo de projeto.
A eletrificação dessas ilhas determinou duas travessias subaquáticas – 3.000 metros e uma rede elétrica ao longo da ilha Pequena, com a exigência de não supressão de vegetação e não interferência em áreas de manguezal. Projeto singular em sua concepção ambiental com a visão também social, levando luz elétrica a dois mil habitantes, estimulando o turismo e a economia básica da região, através da pesca na Baía de Camamú.
Neste reencontro, vamos trabalhar o MEIO AMBIENTE.
O JORNAL “A TARDE” PUBLICOU
“ DESCASO AMBIENTAL”
Quando dizemos que uma cidade tem 7, 10 ou 50 m2 de área verde por habitante e o recomendado pela Organização Mundial da Saúde é de 12m2, computamos não somente as áreas arborizadas (bosques, reservas ecológicas e parques), como também as áreas gramadas ou outra forração vegetal, os canteiros e praças ajardinados e até áreas como cemitérios, modelo Jardim da Saudade. Nós, habitantes de Salvador e já turistas que aqui chegam, podemos constatar que nossa cidade perdeu nos últimos anos um percentual expressivo de áreas verdes – 90% dos canteiros ajardinados, praças, avenidas de vale e encostas. É dever das administrações públicas prover as cidades de mais verde: entretanto Salvador é sacrificada por um descaso irreparável e até incompreensível por parte do órgão municipal responsável.Existiam hortos, produção própria de adubo e sistemas de irrigação ao longo das maiores áreas tratadas da cidade, todos desativados. Hoje, sentimos falta das flores do Vale do Canela, da encosta florida da Garibaldi, Praça do Relógio de São Pedro, Praça Bahia Azul, dezenas de outras praças e canteiros ajardinados. “ Nesta época em que o homem da cidade esta mais do que espremido e sufocado em sua moradia, há necessidade de se contemplar uma flor, isto significa criar jardins...”, Burle Marx. As cidades contemporâneas investem hoje nos planos urbanos de paisagismo, instalação de praças, parques ecológicos,arborização nas ruas, avenidas, canteiros centrais, o que traduz qualidade de vida; Salvador merece. – Thelmo Gavazza
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