Devemos incluir nesse conceito o Etno Conhecimento, tradição originária dos povos indígenas e africanos, herdada por nossos avós, através do uso de folhas para chás (capeba, alumã, cidreira) na cura de várias doenças e também na alimentação - mandioca, taioba, língua de vaca, agrião e outras, no preparo de pratos como maniçoba, efó, etc.
Ameaças pairam em apressar a extinção de muitas espécies:
1 - Extinção de populações, não deixando o legado histórico de sua sabedoria;
2 - A biopirataria prejudica tanto do ponto de vista ambiental como econômico. Indústrias farmacêuticas exploram os princípios bioativos da nossa flora, principalmente na Amazônia, levam para fora do País, daí patenteados, chegam até nós como remédios - caros.
Exemplo disso é o nossa "quebra pedra" e muitas outras ervas medicinais.
O Ministério do Meio Ambiente, considerando os compromissos assumidos pelo Brasil junto à Convenção sobre a Diversidade Biológica, e à Convenção sobre o Comércio Internacional das Espécies da Flora e Fauna Selvagens em Perigo de Extinção e ainda os princípios e diretrizes para a implementação da Política Nacional de Biodiversidade, sujeita os infratores à penalidades pelo descumprimento das disposições que definem a preservação da Biodiversidade.
Resta a fiscalização eficiente.
2 comentários:
Ainda sobre manguezais.
Verifica-se, que a responsabilidade da preservação dos manguezais, não deveria sr uma coisa abstrata, mas claramente definida em lei federal, que se existe não sei e certamente muito menos os prefeitos de àreas afetadas. Pode se ver, cidades do Reconcavo, principalmente, destruindo tudo, vejam Saubara, Santo Amaro, invadem os manguezais com construções e tudo mais. E nos perguntamos, por onde anda os prefeitos destes mujnicipios? Quem cobra a eles? Portanto, cabe ao ministerio pertinente, elaborar programs e cobrar dos prefeitos, a conservação e restituição das areas invadidas. Se deixar por conta de cada um muito em breve não vai se ouvir falar de; caranguejos e outros produtos do mangue.
Quanto ao IBAMA, entendo que so serve para consumir dinheiro público, tomado de ação terrorista, desenvoilvida pelo governo, para empobrecer a classe média na superativação de uma carga tributária injusta e cansativa, despojada de dispositivos praticos de recolhimento, desprezando o desenvovimento da informática para este fim, através dos bancos.
Ainda sobre manguezais.
Verifica-se, que a responsabilidade da preservação dos manguezais, não deveria sr uma coisa abstrata, mas claramente definida em lei federal, que se existe não sei e certamente muito menos os prefeitos de àreas afetadas. Pode se ver, cidades do Reconcavo, principalmente, destruindo tudo, vejam Saubara, Santo Amaro, invadem os manguezais com construções e tudo mais. E nos perguntamos, por onde anda os prefeitos destes mujnicipios? Quem cobra a eles? Portanto, cabe ao ministerio pertinente, elaborar programs e cobrar dos prefeitos, a conservação e restituição das areas invadidas. Se deixar por conta de cada um muito em breve não vai se ouvir falar de; caranguejos e outros produtos do mangue.
Quanto ao IBAMA, entendo que so serve para consumir dinheiro público, tomado de ação terrorista, desenvoilvida pelo governo, para empobrecer a classe média na superativação de uma carga tributária injusta e cansativa, despojada de dispositivos praticos de recolhimento, desprezando o desenvovimento da informática para este fim, através dos bancos.
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