sábado, 8 de setembro de 2007

Meio Ambiente é responsabilidade de todos

Régua e compasso a arquitetura traça e a engenharia faz. É pedra, é pau, o concreto, os espigões, o asfalto esburacado. O vento leva, a chuva inunda, alaga, o lixo, a encosta cede, rola o casebre, é a lama ...o sol volta a brilhar-
CIDADE GEOMÉTRICA
E o homem se faz presente dentro desse processo histórico, no vai e vem de conflitos, traumas, sem às vezes se perceber, cheio de incertezas num futuro incesto, violento.Segue sua rota e de geração a geração, ser a ser, pessoa a pessoa como procissão, carrega sua cruz, segue cantando e as vezes tropeça.
O passado cheio de mistérios, o presente o menino de rua, o lixo, a lama, poluição e o casebre rola encosta abaixo...morte, o sol não volta a brilhar.
O mar, o azul do céu que não é azul e não é céu, mas encanta a todos...a consciência é traída, reluta à corrupção, à malversação, à droga, o crime, o ter. A família luta pelo ser, pelo trabalho, união, religião, valorização, AMOR – CIDADE HOMEM.
O homem passou a ser o dominador da natureza, na sua exploração talvez inesgotável, instalando-se a crise ecológica global, conflito entre o crescimento da riqueza material e a preservação dos valores ambientais; o efeito estufa – o aquecimento global gerado pelas queimadas e a combustão da gasolina - desmatamento, redução da camada de ozônio, falta de saneamento ambiental, ameaçando a sustentabilidade humana.
O homem se afastou da árvore, dizimando as florestas e cedendo lugar a uma civilização “selva de pedras”. É preciso transformar a natureza em cultura, tendo o homem como agente desse processo de metamorfose, tornando o mundo e o meio ambiente palco de sua atuação.
É necessário buscar um espaço povoado de estruturas de natureza biológica, suas paisagens, o espaço da educação e da criação, das águas e de toda variedade e formas de vida – ESPAÇO AMBIENTE.
Espaço do sujeito humano, por isso de aconchego, de acertos e desacertos, de risos e lágrimas, amor e confidencias, de criação, do dominó e da dama, de fontes luminosas, da pipoca e do algodão doce, espaço de sonhar todos os sonhos, brincar, brincar, sorrir e encontrar a si mesmo. Espaço humano, lugar único, porém de todos e como diz o poeta, “A PRAÇA É DO POVO”.
O meio ambiente é vida e responsabilidade de todos!

Um comentário:

Anônimo disse...

Parabéns!! Muito bom poder relembrar as coisas boas e infelizmente ver que muitas delas já estão passando...Virou leitura diária!