MEIO AMBIENTE AGORA
Estamos vivenciando, ou seja, sentindo na pele, um planeta que marcha para a insustentabilidade.
Os parâmetros de vida, principalmente do conceito ambiental, têm que sofrer uma mudança global, voltados para o exercício da cidadania, pelo direito a uma qualidade de vida, pela respeitabilidade aos princípios éticos e até morais na busca da preservação da espécie humana.
Hábitos e costumes devem ser reeducados através de políticas públicas e privadas que venham estimular uma educação renovadora, inclusão social e o estímulo à pesquisa de energias renováveis. Uma política séria, de ação e pouca retórica, quanto aos recursos hídricos, combustíveis fósseis, energia e desmatamentos.
Brinca-se com a Amazônia; o Presidente pede ao novo Ministro do Meio Ambiente que tenha idéias, depois de declarar que o mesmo em uma semana tinha falado mais que a ex-ministra em cinco anos e meio de ministério. E surgem as primeiras idéias: Guarda Nacional Ambiental, Desmatamento Zero, acelerar os licenciamentos e fecha com “porrada nos crimes ambientais”.
Deixa transparecer falta de disposição por soluções sérias e competentes, movida pelo analfabetismo ambiental ou interesses outros.
Se não sairmos disso, com objetivos e metas ambientais, estaremos levando o planeta Terra à morte. Devemos buscar um modelo de desenvolvimento político social que promova a melhoria de vida das pessoas, respeitando a capacidade dos ecossistemas e conseqüentemente o desenvolvimento de sociedades sustentáveis. A escolha é de todos!
quinta-feira, 5 de junho de 2008
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