É DE PASMAR
Tenho enfatizado que meio ambiente é coisa séria, é vida, e como tal deve ser preservado e conquistado como um exercício pleno da cidadania.
O Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano define uma política ambiental para o município, com parâmetros quanto ao uso do solo, arborização, áreas de preservação, reservas, parques, áreas verdes inclusas as praças.
O Jornal “Tribuna da Bahia” estampa em manchete – “308 praças e áreas verdes estão recuperadas.”
“Em três anos a atual gestão entregou a população 308 equipamentos urbanos, muitos deles construídos ou recuperados”.
A notícia agride a questão ética, mencionando Praças como Nelson Mandela, Parque Jocélia, Almeida Couto (Nazaré), Belo Horizonte, Canteiro Central da Av. Tancredo Neves e Praça da Inglaterra como exemplos de revitalização; Praças urbanizadas, ajardinadas e floridas na gestão anterior e até três anos passados em plena conservação e manutenção. A matéria forja equipamentos urbanos (parque infantil, mesas e bancos) com implantação e recuperação, daí, o exagerado número de quase quatro praças por semana.
Mais grave, quando se refere a Praça Belo Horizonte ( Pituba), revitalizada em 2003 pela Bahiagás, agora pelo Programa Nossa Praça revitalizada e adotada pela mesma Bahiagás.
Por que dezenas de praças e áreas verdes estão abandonadas, não se planta mais árvores na Cidade? Não podemos usar o meio ambiente como meio de promoção, pior, com inverdades perante ao que está aos olhos da população.
terça-feira, 22 de abril de 2008
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